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Discografia | Letras
Música: Frank, Tate e Eu
Álbum: Sambando Assim meu Rock and Roll | Affonsinho
Letra: Chico Amaral - Affonsinho
Ano: 1998
Álbum: Sambando Assim meu Rock and Roll

Letra

Ali estava Frank em frente ao canal
Rio Tietê doendo terminal
Céu veloso, Frank confiante
Mão no bolso, olhando o Rio adiante
A tarde só abismo ao inverso
Abismo luz no prato do universo
Frank sabia e se despedia
Para ele era a cidade
Era a cidade que partia
E era mesmo Frank, e era mesmo assim
Ali estava Tate francamente atento
Aos ecos do futuro que trazia os ventos
Tinha todo o tempo para ouvir o zumzum
Só que Tate não queria perder tempo algum
Uma outra imagem, uma outra cidade
Com suas tarefas e necessidades
Era Frank, era Tate, era tarde na tarde
Era o rio do tempo passando lento sem alarde
E era mesmo Tate e era mesmo assim
Ali estava Frank em frente a Tate e eu
Ali estava a ponta do novelo, entendeu?
Ali estavam uns que poderiam ver
A linha azul dos prédios contra a luz a doer
Uma certa imagem vencendo as esquinas
Oculta sob a luz clara nas retinas
Era Frank, era Tate, era certo para mim
Era o rio do tempo passando solto enfim
E era quase o fim e era mesmo assim
Tava parado no sinal fechado
Rio Tietê, via Marginal
Apreensão dos homens, ora bons, ora maus
E um menino vendendo aquele drops halls, então tá
Céu veloso, um abismo ao inverso
Profunda luz do mundo azul imerso
Aquela moça em sua bicicleta
Verdade simples e acho que completa
Frank, Tate e eu
Tate, Frank e eu
Frank, Tate e eu
E a tarde que desceu




 






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